Professores da Urcamp participaram do Fórum Regional do Sistema/Conselho Federal e Regional de Biologia

Presidência do Conselho
Federal e Regional de Biologia e as Biólogas Ierecê
Asconavieta e Lúcia do Prado, por ocasião do Fórum.

O objetivo da viagem foi discutir requisitos mínimos para o exercício da profissão de Biólogo

As biólogas Ierecê Lins Asconavieta e Lúcia Regina do Prado, do Curso de Ciências Biológicas da URCAMP, campus Sant’Ana do Livramento, estiveram presentes no Fórum Regional do Sistema/Conselho Federal e Regional de Biologia, realizado em Porto Alegre, no dia 24 de maio, com objetivo de discutir requisitos mínimos para o exercício da profissão de Biólogo. Foi promovido pelo Conselho Regional de Biologia, 3ª Região, correspondente ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e pelo Conselho Federal de Biologia, com sede em Brasília, destacando-se a presença do presidente, Biólogo Wladimir João Tadei; da Bióloga e vice-presidente, Geni Conceição de Barros Cáuper; e também da Bióloga Clarice Luz, presidente do CRBio, com sede em Porto Alegre.

Participaram professores e coordenadores de cursos de Ciências Biológicas de universidades dos dois estados, relatando aspectos importantes de cada instituição, problemas e dificuldades em cumprir os currículos diante das novas exigências, principalmente em termos de carga horária.

Os temas apresentados foram: Habilitação Legal para o exercício profissional; Áreas de Atuação do Biólogo; Requisitos Mínimos para o exercício da profissão; Componentes Curriculares dos Cursos de Ciências Biológicas.

A Bióloga Vera Lúcia Callegaro, conselheira do CFB, fez explanação das mudanças na Legislação específica, reforçando os aspectos que não podem deixar de serem cumpridos para que o graduado possa exercer a profissão de biólogo em sua plenitude e possa atuar em pesquisa, projetos, análises, perícias, fiscalização, emissão de laudos, pareceres e docência.

 Foram designadas 4 grandes áreas de atuação: 

*MEIO AMBIENTE E BIODIVERSIDADE
*SAÚDE
*BIOTECNOLOGIA E PRODUÇÃO
*EDUCAÇÃO 

Dentro das quatro áreas de atuação, estão distribuídas 88 sub-áreas, as quais o profissional pode escolher para atuar, entre elas, GestãoAmbiental, Aconselhamento Genético, Banco de Órgãos e Tecidos, Engenharia Genética, Ecoturismo, Biologia Forense, Projeto Genoma. Na Educação, os profissionais podem ser docentes no Ensino Fundamental, Médio e Superior, podendo seguir seus estudos, realizando mestrado e doutorado.

Segundo Lucia Regina, cada professor fez uma análise e avaliação do Curso da Instituição onde trabalha, quanto à carga horária, disciplinas, conteúdos, estágios e perfil do profissional egresso.

As professoras que participaram, esclarecem que o Curso de Ciências Biológicas da Urcamp, campus Livramento, está com o Currículo dentro das normas estabelecidas e cumprindo as exigências determinadas pelo CFB, com um total de 4304 horas, incluindo Estágio de Formação Pedagógica e Estágio Profissionalizante. “Temos ex-alunos que já são mestres e doutores, o que nos engrandece, pois esse profissional cada vez mais é requisitado a participar em grandes decisões na qualidade de vida do planeta e na preservação da vida, colocando o homem acima de qualquer atitude de depredação ou descuido com seu ambiente”. Ressaltou a bióloga Lúcia, destacando ainda que a cada dia que passa se precisa de gestores cada vez mais preparados para procurar soluções aos problemas socio-ambientais, com atitudes firmes e coerentes, com as teorias que são discutidas e, muitas vezes, deixadas de lado por autoridades, até por desconhecimento.

Lucia completou dizendo que há como garantir que esse profissional tenha essa gama de caminhos a seguir e está cada vez mais presente na sociedade, fazendo parte de diversas instituições e serviços, o que valoriza o biólogo e o insere no mercado de trabalho que é muito amplo. “O Biólogo antes de ser só professor, é um profissional autônomo e liberal com leis próprias e, para exercer as atividades inerentes, deve solicitar a sua carteira de habilitação junto ao CRBio para poder assinar laudos técnicos e pareceres. Para isso, é só encaminhar o Histórico Escolar e documentos pessoais comprovando que o curso realizado tenha as exigências cabíveis”, finalizou.

 

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