Tarso Genro reúne autoridades federais e estaduais porque quer colocar satélite gaúcho em órbita

Ao lado, o sputnik, o primeiro satélite artificial, colocado em órbita pelos comunistas soviéticos. Da mesma forma que o satélite imaginado pelos petistas do governo local, a idéia inicial também pareceu fantasiosa. O projeto faz jus ao slogan da campanha de Tarso Genro: “Do Rio Grande do Sul, do Brasil e do mundo”. É o RS ganhando o mundo – finalmente, graças ao governo do PT.
Nesta quarta-feira o governador Tarso Genro dará andamento ao seu projeto de lançar em órbita o satélite gaúcho. Ele terá tecnologia israelense. O starter acontecerá durante almoço no Palácio Piratini, que reunirá o vice-presidente de Operações da AEL Sistemas, Vitor Neves, o presidente da Telebrás, Caio Bonilha e o presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Braga Coelho além do secretário da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, Cleber Prodanov, e o secretário em exercício da Secretaria do Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Enéas Costa de Souza.
. Na ocasião, o governador fará uma exposição sobre o Protocolo de Intenções que assinou em maio na cidade de Tel Aviv, visando a criação do Polo Espacial no RS.
. O país já possui um polo, em São José dos Campos (SP), e uma política estratégica na área, através do programa espacial brasileiro, com atividades desde a década de 60. Em 1994, foi criada a Agência Espacial Brasileira, que coordena todas as atividades do setor no Brasil. Com o recente edital do governo federal que prevê a compra de 16 satélites (investimento que chegará a R$ 9 bilhões), o Rio Grande do Sul se lança como um potencial fornecedor de insumos e técnicos para a construção desses satélites – que precisam ter, obrigatoriamente, uma parte oriunda de empresas nacionais. O governador do RS quer que um desses satélites seja gaúcho e seja colocado em órbita.

Embraer poderá comprar TAP Manutenção & Engenharia (Porto Alegre e Rio)

A Embraer já teria obtido sinal verde para comprar o controle da subsidiária da empresa aérea portuguesa TAP, a TAP Manutenção & Engenharia, que possui fábricas em Porto Alegre e no Rio.
. A subsidiária registrou prejuízos de R$ 50,6 milhões no ano passado.
. Com a compra, a Embraer promete investir mais nas duas fábricas que operam em Évora, Portugal.
. A M&E foi adquirida pela TAP à Varig.
- Este negócio poderá facilitar a privatização da TAP. A Azul também obteve sinal verde do governo brasileiro para entrar na disputa.

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