Aprovada a compra da Motorola pelo Google

Os reguladores europeus deram luz verde ao Google para assumir a Motorola Mobility. O acordo de 12,5 bilhões de dólares enfrentou forte oposição de defensores dos programas open-source e de direitos dos consumidores, mas a Comissão Europeia anunciou na última segunda que a aquisição pode ir em frente, sem condições. Ao comprar a Motorola Mobility, o Google irá ganhar o controle de cerca de 17 mil patentes de smartphones, incluindo algumas “essenciais”, mas a Comissão aprovou a transação após sua investigação mostrar que não iria alterar significativamente a situação do mercado em relação aos sistemas operacionais e de patentes de smartphones. Patentes essenciais, tais como 3G ou GSM (Global System for Mobile Communications), são aquelas necessárias para que smartphones operem de acordo com os padrões da indústria. Como são cruciais para todos os players no mercado, organizações que definem esses padrões exigem os detentores dessas patentes as licenciem a quaisquer terceiros interessados, em condições justas, razoáveis e não discriminatórias. A Comissão Europeia espera que o Google siga esses princípios. Fonte: Computerworld

Google lança versão 17 do Chrome

Enquanto a Microsoft prepara o lançamento da versão final do Internet Explorer 10, o Google tem investido pesado no próprio navegador, o Chrome. Tanto que, mal lançou o modelo 16 do browser há poucos meses, e acaba de divulgar o Google Chrome 17. A 17ª edição do navegador foi liberada oficialmente na última quarta-feira (08/02) para dispositivos com Android e computadores com sistema operacional Windows, Mac e Linux. Ele traz ótimas novidades, mais segurança e agilidade na navegação e download de arquivos. Além das correções de bugs, melhorias e estabilidade, o Chrome 17 está ainda mais veloz para carregar as páginas da web através de um mecanismo de busca avançado capaz de renderizar os sites antes mesmo que o usuário termine de digitar os links que deseja acessar. Isso significa que, ao digitar uma URL na “omnibox” – a barra de endereços do browser -, o Chrome pré-renderiza a possível página a ser aberta. Ao teclar “Enter”, o site, então, é exibido instantaneamente. O recurso também funciona em pesquisas do Google, onde os resultados mais relevantes são pré-carregados automaticamente. “O Chrome compreende os sites que você costuma visitar. Dessa forma, quando você começa a escrever a URL na barra de navegação, a digitação se autocompleta, fazendo com que a página apareça mais rapidamente – ou às vezes instantaneamente – assim que a tecla Enter é digitada”, explicou Noé Lutz, engenheiro de software e vigilante de malware do Google. Falando em malware, a segurança foi um item mais aprimorado no Chrome 17. Além de checar uma lista dos arquivos já considerados perigosos no momento do download, a partir de agora ele faz a verificação de dados executáveis (arquivos como *.exe e *msi). Se o arquivo transferido não estiver em uma lista de aplicativos seguros, o Chrome faz uma busca no Google para obter mais informações – se o servidor é conhecido por hospedar malwares, por exemplo – e determinar se aquele executável é seguro ou potencialmente perigoso. Se a resposta for positiva, o navegador vai exibir um alerta para que ele seja descartado. Na minha opinião, o Chrome é o melhor browser da atualidade. Fonte: Olhar Digital

Para os órfão do MagaUpload

Mesmo com o fim do MegaUpload, novos serviços similares continuam a surgir. Um exemplo disso é o brasileiro Mais.me, que funciona nos mesmos moldes do antigo MegaUpload. Segundo o CEO da empresa, Lívio Carvalho, o serviço difere do MegaUpload em diversos aspectos, como a não remuneração a usuários por downloads e a exclusão de arquivos denunciados como pirataria. “Quando recebemos uma denúncia primeiramente olhamos o arquivo, e caso seja confirmado infração de direitos autorais o mesmo é deletado imediatamente”, diz.

Com o fim do MegaUpload, os profissionais de agências de publicidade, empresas de desenvolvimento e usuários comuns se viram órfãos, pois perderam o principal serviço de compartilhamento de grandes arquivos na web. O Mais.me permite que se compartilhe conteúdo de até 1Gb. “Downloads via http são mais rápidos e práticos para o usuário. Não apoiamos a pirataria, mas entendemos que acabar com o compartilhamento de arquivos é uma ação totalmente equivocada, pois nem tudo que se compartilha é ilegal. Atualmente 80% de arquivos compartilhados são de usuários corporativos que possuem filiais e precisam de agilidade e segurança”, comenta Livio. Um outro grande diferencial no serviço é a possibilidade de proteção dos arquivos por senha para os usuários Premium. “Nosso próximo passo é levar o Mais.me para smartphones e encontrar parceiros para hospedagem de infra-estrutura em guarda de arquivos diretamente no Brasil”, finaliza Lívio. Fonte: Olhar Digital

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