Colina dos Santos ganha esperança

Colina dos Santos ganha esperança

João Anselmo, morador da Colina dos Santos

No começo da semana, a rádio RCC acompanhou o drama de moradores da Vila Colina dos Santos, no bairro Prado, que reclamavam de dois canais de esgoto que correm a céu aberto. A equipe do Jornal A Plateia esteve no local e constatou o mau cheiro e a situação dos populares.

Um dos moradores, João Anselmo, que vive há sete anos no local, reclama que tudo que é lixo passa pela frente da casa dele, “aqui passa esgoto de banheiro e cozinha tudo junto, se fala tanto em saúde, mas a gente se sente abandonado, até pedimos para os vizinhos uma solução, já que o esgoto é deles, mas eles também não podem fazer nada”.

Os moradores da Travessa Prates reclamam porque idosos e crianças acabam convivendo com o cheiro forte até durante as refeições.

Conforme o depoimento dos moradores, o esgoto nasce de casas na vizinhança e perpassa dentro da casa de uma senhora, vizinha de João Anselmo, Karen Rodrigues. A moradora comenta que lembra apenas de duas visitas de funcionários da Prefeitura para avaliar o problema, mas que até o momento não foi apresentada solução.

A Redação conversou por telefone com a Engenheira responsável pelo projeto de ampliação das obras do DAE, Adriana Furtado, que comentou tratar-se de uma situação bem complicada. Segundo a engenheira, as famílias que moram no local precisam primeiro de uma avaliação da Prefeitura sobre a regularização, ou não, das moradias, para então o DAE poder fazer as devidas intervenções.

O Secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Luis Cláudio Quevedo, disse que as famílias estão em área Ambiental de Proteção Permanente – APP e receberam a Concessão do Direito de Uso para moradia.

O projeto é fazer a legalização final dos terrenos, produzir um levantamento sócioeconômico das famílias e a regularização fundiária, mas garante que a área será assistida pela implantação da rede de esgoto do DAE.

Cláudio Quevedo afirma também que as obras são feitas em etapas e já existe trabalho sendo desenvolvido na Santa Rosa, Vila Nova e outros bairros, que é uma questão de tempo até que se chegue às demais regiões.

 

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